Sou um admirador do Homem. Em especial da sua audácia não contida na sua própria insignificância. E é na Física que o Homem brada sua audácia, é o auge da ousadia: ser capaz de descobrir, entender, manipular e, sobretudo, representar os princípios que governam, e continuarão governando por muito tempo ainda, o Universo utilizando-se de alguns poucos símbolos em uma linguagem concisa e simples, em face à complexidade daquilo que representa.